PAN/Açores questiona Governo sobre funcionamento do Serviço de Suporte Imediato de Vida
13 de jul. de 2022, 11:56
— Lusa/AO Online
O
pedido do PAN foi formulado através de um requerimento entregue
"diretamente ao Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros e à
Secretaria Regional da Saúde e Desporto", com o objetivo de "questionar o
estado de funcionamento do SIV (Serviço de Suporte Imediato de Vida) na
região", informa o partido.Numa nota de
imprensa, o partido destaca que o serviço prestado pelas equipas do
sistema de transporte terrestre de emergência médica "é fundamental no
socorro às vítimas em emergência pré-hospitalar e na prestação de
cuidados de emergência médica"."O
PAN/Açores vem solicitar os devidos esclarecimentos sobre as lacunas
existentes na composição das atuais equipas que integram este serviço",
justifica o partido.Para o PAN/Açores
"importa, sobretudo, saber se os veículos de emergência pré-hospitalar
falharam na resposta a alguma solicitação a doentes/sinistrados e apelos
da Linha de Emergência Médica por falta de elementos" da equipa de
tripulantes escalonados para cada serviço em todas as ilhas onde atuam".O
partido considera ainda "fundamental" saber se o SIV tem tripulantes
"formados, de acordo com os protocolos instituídos pelo Serviço Regional
de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores" para dar resposta a
emergências pré-hospitalares, e se o número de tripulantes "é suficiente
para assegurar as saídas requeridas durante as 24 horas continuadas".No
requerimento, o deputado único do PAN nos Açores, Pedro Neves, também
questionou o executivo relativamente à quantidade de veículos de
emergência pré-hospitalar existentes para "assegurar uma resposta
atempada aos pedidos de socorro".Para
Pedro Neves, citado na nota de imprensa, “é crucial que, para assegurar
os cuidados prestados em ambiente pré-hospitalar e em pronto-socorro, o
SIV esteja munido de uma equipa completa e capacitada, capaz de prestar o
apoio emergencial necessário e solicitado pelas comunidades”.“Exige-se,
também, ao Governo Regional uma postura pronta e diligente, de modo a
ultrapassar lacunas existentes nestes cuidados emergenciais de saúde,
tendo em linha de conta o enquadramento disperso e arquipelágico em que
vivemos”, acrescenta.