Orgânica do novo executivo publicada em Diário da República
Açores/Governo
10 de dez. de 2020, 11:10
— Lusa/AO Online
"A
estrutura orgânica adotada dá resposta aos desafios que os Açores
enfrentarão durante a XII legislatura, com expressão no Programa do
Governo Regional", é dito no começo do texto.O
novo executivo regional, formado por PSD, CDS e PPM, é constituído pelo
presidente do executivo, pelo vice-presidente, por dez secretários
regionais e um subsecretário regional.A
presidência do Governo Regional, a Secretaria Regional das Finanças,
Planeamento e Administração Pública, a Secretaria Regional do Ambiente e
Alterações Climáticas, a Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e
Energia, a Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e
Emprego, a Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações e o
Gabinete do Subsecretário Regional da Presidência ficam sediados na
cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.Já
a vice-Presidência do Governo Regional, a Secretaria Regional da Saúde e
Desporto e a Secretaria Regional da Educação ficam sediadas na cidade
de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.A
cidade da Horta, no Faial, vai albergar a Secretaria Regional da
Agricultura e do Desenvolvimento Rural, a Secretaria Regional do Mar e
das Pescas e a Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição
Digital.O texto publicado em Diário da República desenvolve posteriormente as várias áreas que cada membro do executivo tutela.O Programa do novo Governo dos
Açores, que tem Artur Lima como vice-presidente, reconhece que a região
"vive uma situação económica e social delicada" e admite que a pandemia
agravou "debilidades" nesses dois campos.De
acordo com o Governo Regional, formado por PSD, CDS e PPM, "a
estabilidade política decorrente de uma maioria plural no plano
parlamentar tem de traduzir-se numa governação que permita aos Açores
terem ganhos substanciais em relação aos indicadores médios da União
Europeia, e uma diminuição do peso do Estado e da região na economia e
na sociedade".O PS perdeu em outubro a maioria absoluta que detinha há 20 anos, elegendo 25 deputados.PSD,
CDS-PP e PPM, que juntos representam 26 deputados, assinaram um acordo
de governação. A coligação assinou ainda um acordo de incidência
parlamentar com o Chega e o PSD um acordo de incidência parlamentar com o
Iniciativa Liberal (IL), somando assim o número suficiente de deputados
para atingir uma maioria absoluta.