Oito por cento das empresas alemãs deixam empregados trabalhar a partir dos destinos de férias
6 de abr. de 2023, 10:54
— lusa
"No
concurso para recrutar e reter trabalhadores qualificados, esta pode
ser uma possibilidade de lhes proporcionar um melhor equilíbrio entre
trabalho e vida privada", disse Julia Freuding, falando em nome do
instituto, sediado em Munique. No setor dos serviços o valor é mesmo de 10%, na indústria de 8% e no comércio de 2%.Contudo, apenas 3,3% da força de trabalho das empresas que oferecem esta possibilidade fazem uso da mesma. "Esta
forma de trabalhar não é viável em todas as profissões, mas ganhará
importância onde o teletrabalho se normalizar", disse Freuding. As
empresas dos gestores inquiridos oferecem em média 29 dias úteis de
férias aos seus empregados e mais de metade concedem um subsídio
especial de férias.Além disso, 59% das empresas concedem férias adicionais pagas para que os empregados possam realizar atividades de formação.Na
maioria dos Länder alemães (estados federados), com exceção para a
Baviera e a Saxónia, o direito a férias adicionais é fixado por lei. Em
média, são 6 dias úteis por ano.As atividades de formação não têm de estar diretamente relacionadas com a atividade laboral do trabalhador.No entanto, esta possibilidade só é utilizada por 3,5% dos trabalhadores que têm direito.A
possibilidade de uma licença sabática, ou seja, uma licença sem
vencimento que pode durar até um ano, só é oferecida por 41% das
empresas.