Quando se pensa em bullying, a primeira preocupação dos pais é imaginar os filhos no lugar da vítima. Mas e se for o contrário? Se for os próprios filhos a intimidar, humilhar ou magoar outras crianças e jovens? Esta possibilidade pode ser difícil de aceitar, mas reconhecer o problema é o primeiro passo para o resolver. Marco Santos, presidente da Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Psicólogos...
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