Novobanco dos Açores com mil milhões de negócio

Hoje 09:44 — Rui Jorge Cabral

O novobanco dos Açores alcançou em julho de 2026 um “marco histórico” ao ultrapassar, pela primeira vez , os mil milhões de euros de volume de negócios, ou seja, na soma do stock de depósitos e do crédito bruto.Para o novobanco dos Açores, este resultado “traduz o crescimento sustentado da atividade do Banco e a consolidação da sua presença no mercado financeiro regional”.Em nota de imprensa relativa aos resultados do primeiro semestre deste ano, é igualmente referido que o o novobanco dos Açores apresentou um resultado líquido de 3,6 milhões de euros, “permanecendo acima das metas definidas para o período” e demonstrando “a resiliência do modelo de negócio do Banco, assente numa estratégia de crescimento sustentado, diversificação de receitas e rigor na gestão dos recursos”.Isto num contexto, refere o novobanco dos Açores, “em que a generalidade do setor bancário europeu e nacional tem vindo a registar uma normalização dos resultados decorrente da redução das taxas de juro de referência”.Citada em nota de imprensa, a presidente da comissão executiva do novobanco dos Açores, Marta Guerreiro, afirmou que “o facto de termos ultrapassado os mil milhões de euros de negócio constitui um marco histórico para a instituição e um sinal claro da confiança que os açorianos depositam no Banco”. Marta Guerreiro afirmou ainda que “este resultado reforça a nossa ambição de continuar a crescer de forma sustentável, acompanhando os projetos de investimento, de poupança e de desenvolvimento da Região”. Ainda relativamente à atividade do primeiro semestre de 2026 do novobanco dos Açores, refira-se que a atividade comercial manteve uma “evolução positiva”, com o crédito a clientes a registar um crescimento homólogo de 33,8 milhões de euros, enquanto os depósitos de clientes aumentaram 13,7%. Conforme afirma o novobanco dos Açores em nota de imprensa, estes indicadores “refletem a capacidade do Banco para expandir a sua atividade e reforçar a sua relevância junto das famílias, empresas e instituições da Região”.O novobanco dos Açores salienta igualmente que durante o primeiro semestre deste ano, “o crédito vencido continuou a reduzir-se, registando uma diminuição de 21,9% face ao período homólogo, o que se traduz num rácio de crédito vencido de apenas 0,3%”. Por fim, o novobanco dos Açores refere que em junho de 2026, o rácio de solvabilidade CET1 situava-se em 21,1%, enquanto o rácio de liquidez (provisório) atingia 436,5%, “evidenciando uma estrutura de balanço sólida e uma elevada capacidade para acomodar o crescimento da atividade”.