O novobanco dos Açores alcançou em julho de 2026 um “marco histórico” ao
ultrapassar, pela primeira vez , os mil milhões de euros de volume de
negócios, ou seja, na soma do stock de depósitos e do crédito bruto.Para
o novobanco dos Açores, este resultado “traduz o crescimento sustentado
da atividade do Banco e a consolidação da sua presença no mercado
financeiro regional”.Em nota de imprensa relativa aos resultados do
primeiro semestre deste ano, é igualmente referido que o o novobanco dos
Açores apresentou um resultado líquido de 3,6 milhões de euros,
“permanecendo acima das metas definidas para o período” e demonstrando
“a resiliência do modelo de negócio do Banco, assente numa estratégia de
crescimento sustentado, diversificação de receitas e rigor na gestão
dos recursos”.Isto num contexto, refere o novobanco dos Açores, “em
que a generalidade do setor bancário europeu e nacional tem vindo a
registar uma normalização dos resultados decorrente da redução das taxas
de juro de referência”.Citada em nota de imprensa, a presidente da
comissão executiva do novobanco dos Açores, Marta Guerreiro, afirmou que
“o facto de termos ultrapassado os mil milhões de euros de negócio
constitui um marco histórico para a instituição e um sinal claro da
confiança que os açorianos depositam no Banco”. Marta Guerreiro afirmou
ainda que “este resultado reforça a nossa ambição de continuar a crescer
de forma sustentável, acompanhando os projetos de investimento, de
poupança e de desenvolvimento da Região”. Ainda relativamente à
atividade do primeiro semestre de 2026 do novobanco dos Açores,
refira-se que a atividade comercial manteve uma “evolução positiva”, com
o crédito a clientes a registar um crescimento homólogo de 33,8 milhões
de euros, enquanto os depósitos de clientes aumentaram 13,7%. Conforme
afirma o novobanco dos Açores em nota de imprensa, estes indicadores
“refletem a capacidade do Banco para expandir a sua atividade e reforçar
a sua relevância junto das famílias, empresas e instituições da
Região”.O novobanco dos Açores salienta igualmente que durante o
primeiro semestre deste ano, “o crédito vencido continuou a reduzir-se,
registando uma diminuição de 21,9% face ao período homólogo, o que se
traduz num rácio de crédito vencido de apenas 0,3%”. Por fim, o
novobanco dos Açores refere que em junho de 2026, o rácio de
solvabilidade CET1 situava-se em 21,1%, enquanto o rácio de liquidez
(provisório) atingia 436,5%, “evidenciando uma estrutura de balanço
sólida e uma elevada capacidade para acomodar o crescimento da
atividade”.