“Esta
medida visa a implementação, num futuro próximo, de campanhas CED
(Capturar - Esterilizar - Devolver), de modo a controlar a população de
gatos assilvestrados em todas as nossas freguesias”, referiu a
presidente do município, Catarina Manito, citada numa nota de imprensa.Segundo
a autarquia, todos os anos nascem na ilha do Pico “centenas de gatinhos
assilvestrados” e sem-abrigo, que ficam “expostos a grandes perigos,
como o de serem vítimas de atropelamento, atos de crueldade ou
envenenamento”.