Município da Praia da Vitória aprova orçamento de 15,4 ME para 2018
6 de dez. de 2017, 07:17
— Lusa/AO Online
O
documento, aprovado na segunda-feira, ainda terá de ser votado em
assembleia municipal, onde o PS tem maioria, e apresenta um valor
sensivelmente igual ao executado em 2017 (15 milhões de euros). O
orçamento previsto para este ano foi de 18 milhões de euros.Segundo
o presidente do município, localizado na ilha Terceira, nos Açores,
Tibério Dinis, as áreas prioritárias para 2018 são a solidariedade
social (784.654 euros), o turismo (562.575 euros) e a economia (484.304
euros)."Uma
das nossas prioridades é a aposta na vertente social, através da
manutenção e reforço dos projetos existentes, tais como ‘Reabilitação na
Comunidade' e ‘Abraçar e Envolver os Jovens da Praia da Vitória'.
Pretendemos também continuar a valorizar a componente educacional, com a
atribuição de bolsas de estudo, através do aumento em 10% do valor
atribuído", adiantou, citado numa nota de imprensa enviada hoje.O
município pretende ainda "apoiar a criação de empresas, promovendo a
competitividade e a sustentabilidade do emprego", manter o investimento
na incubadora de empresas Praia Links e criar um parque empresarial na
vila das Lajes.Tibério
Dinis destacou ainda medidas para aumentar o fluxo turístico no
concelho, como o projeto Life CWR, que visa requalificação e conservação
de zonas húmidas e prevê dinamizar a observação de aves, e a
candidatura ao Plano Integrado de Regeneração Urbana Sustentável, que
visa a melhoria das acessibilidades e a recuperação do património
edificado. Segundo
fonte oficial da Câmara Municipal da Praia da Vitória, o Imposto
Municipal sobre Imóveis (IMI) mantém-se em 2018 no valor mais baixo
permitido por lei (0,3%), com reduções para famílias numerosas, não
estando previstos outros aumentos de impostos diretos ou indiretos. Tibério
Dinis assume, pela primeira vez, o cargo de presidente da Câmara
Municipal da Praia da Vitória, onde nos últimos quatro anos foi vereador
do PS. O anterior autarca não se podia recandidatar por limitação de
mandatos.O PS tem maioria absoluta na câmara municipal com cinco mandatos, enquanto o PSD tem apenas dois.