Município da Horta pede aumento de ligações da SATA para Lisboa na época alta
Hoje 17:50
— Lusa/AO Online
Segundo uma nota de imprensa do
único município da ilha do Faial, na reunião, realizada nos Paços do
Concelho, o autarca “reiterou a necessidade de aumento de ligações na
rota Lisboa - Horta, sobretudo em época alta, defendendo a reposição dos
14 voos semanais em julho e agosto, retirados em 2015, e que poderão
ser alcançados de forma progressiva”.“A
título positivo, registou o aumento de ligações na segunda quinzena de
junho e na primeira quinzena de setembro, anteriormente reivindicado
pela autarquia, contribuindo para atenuar a sazonalidade e aumentar
gradualmente o período correspondente à época alta”, indicou.Ainda
relativamente à rota Lisboa - Horta, o autarca defendeu que o
planeamento da companhia aérea “deve privilegiar para o Aeroporto da
Horta a operação das aeronaves A320 da Azores Airlines, em detrimento de
aeronaves em regime de ACMI [aluguer de aeronave com tripulação], uma
vez que as primeiras possuem equipamento de aproximação por instrumentos
RNP-AR, que permite operar com tetos muito mais baixos”.Quanto
às ligações interilhas, foi reconhecido o aumento significativo das
ligações no Faial e nas outras ilhas da região e reivindicado “o
incremento deste esforço, uma vez que os constrangimentos na marcação de
viagens continuam a registar-se”.Segundo a
nota, num contexto em que a acessibilidade aérea é um “instrumento
económico essencial”, o presidente da Câmara Municipal da Horta
salientou a necessidade de a companhia aérea açoriana ajustar os
horários dos voos, quer na ligação Lisboa - Horta, quer interilhas, para
“permitir que as pessoas possam passar o fim de semana na ilha do
Faial, conhecer a ilha e promover a economia local”.Carlos
Ferreira reforçou ainda o projeto e a ambição de criação da rota Porto -
Horta, reiterando que o município está “fortemente empenhado na sua
concretização e considera ser um percurso com procura e potenciador do
desenvolvimento do Faial e dos Açores”.No
encontro, o líder do único município da ilha do Faial também salientou a
necessidade de quando ocorrerem circunstâncias que impeçam que a
totalidade das bagagens chegue à ilha com os respetivos passageiros, por
decisão do comandante da aeronave, “se torne imprescindível fazer
chegar as bagagens aos passageiros com a maior brevidade possível,
sempre que possível no prazo máximo de 24 horas”.