Ministro diz que irá demorar "semanas" reparação de troço da A1 em Coimbra
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Hoje 12:01
— Lusa/AO Online
Durante uma visita ao local,
Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das
águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".A
rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e
subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do
Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos
de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária."Temos
hoje 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra que surgiu.
Amanhã de manhã, mais camiões vêm reforçar com enrocamento", disse Pinto
Luz, citado pela emissora RTP Notícias.O
recurso a enrocamento, blocos de rocha compactados, "é a única coisa que
nós podemos fazer enquanto as águas não descerem", admitiu o ministro.Pinto Luz disse também que a fissura, no sentido norte-sul, "pode alastrar" para o outro sentido.O dirigente acrescentou que, "enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo"."Serão
seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a
estar ao serviços dos portugueses", disse Pinto Luz."O
compromisso do Governo é de absoluto comprometimento com esta solução.
Estamos com todos os meios mobilizados e não sairemos daqui enquanto não
conseguimos com todas as equipas colocar outra vez a A1 em
funcionamento", garantiu o ministro.A
Brisa sugeriu hoje aos automobilistas a utilização de alternativas à
interrupção da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de Coimbra
Sul, ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.Num
comunicado enviado às redações, a concessionária admitiu que, "não
sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras
de reparação", está empenhada em "minimizar transtornos" e que "poderão
ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2".