Mariza, Martinho da Vila, Zambujo e Miguel Araújo vão atuar no Coliseu Micaelense
27 de jan. de 2023, 07:42
— Lusa/AO Online
“Sob a
égide da criação artística, elaborou-se uma programação eclética e
inclusiva, visando a amplificação de saberes da indústria criativa para a
partilha de conhecimento e a construção de uma sociedade mais culta e
esclarecida”, afirmou a presidente do conselho de administração do
Coliseu Micaelense, Cila Simas, durante a sessão de apresentação da
programação para 2023, que decorreu em Ponta Delgada.Na
sexta-feira, o Coliseu Micaelense vai acolher a atuação do músico
Fernando Pereira, em fevereiro vai ser o palco dos tradicionais bailes
de carnaval e em março vai receber o festival Tremor.Em
abril vai ter o musical "Fantasma da Ópera" (pela Banda Fundação
Brasileira), que chega no dia 16, e a mostra de coros do Conservatório
de Ponta Delgada, a 25.Na agenda do
Coliseu Micaelense para este ano constam as atuações da fadista Mariza,
no dia 05 de maio, mês em que vai decorrer também a Festa do Emigrante
(com atuações de Toy, Fernando Correia Marques e Ágata), a 12.A
27 de maio vai subir ao palco da maior casa de espetáculos dos Açores o
comediante Gilmário Vemba e, a 30 junho, a dupla humorística Quim
Roscas e Zeca Estacionâncio.Em setembro,
no dia 15, o Coliseu Micaelense vai receber os concertos de Martinho da
Vila (uma atuação com a Banda Fundação Brasileira) e, mais tarde, no dia
23, de António Zambujo e Miguel Araújo.A 25 de novembro vai ser a vez da música Carolina Deslandes atuar em Ponta Delgada.“O
esforço de conduzir uma programação para um público diversificado e
exigente pautou-se pela integração de vários estilos musicais, teatro,
dança, comédia e outras manifestações culturais”, salientou Cila Cimas, a
propósito da sua primeira programação enquanto presidente da
administração do coliseu.O presidente da
Câmara de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral (PSD), realçou a
“renovação” do Coliseu Micaelense, que tem agora uma “administração mais
arejada e virada para o futuro”.O líder
da autarquia, detentora do Coliseu Micaelense, considerou que Ponta
Delgada é o “motor do desenvolvimento económico, social e cultural dos
Açores”, destacando o papel da casa de espetáculos na “dinamização
cultural” da cidade.“Apesar de Ponta
Delgada não ter sido selecionada para Capital Europeia da Cultura em
2027, o que é certo é que Ponta Delgada será Capital Nacional da Cultura
em 2026. Como tal, nada como desde já começarmos a arregaçar as mangas e
a meter mãos à obra”, vincou.