Marca Terra Nostra prepara exportações para Itália, China e Golfo Pérsico em 2019
12 de dez. de 2018, 10:22
— Lusa/AO Online
A empresa tem uma
exportação “ainda pouco significativa", menos de 5% da faturação da
marca, "tendo 2018 sido um ano importante para solidificar a presença
nos mercados de Angola, Cabo Verde e Suíça, e pela primeira entrada do
Leite de Pastagem em Andorra, no Luxemburgo e em França”, explicou à
agência Lusa a gestora de marketing da marca, Paula Amaral.Para
2019, a empresa açoriana prepara a expansão para países como Itália,
China e estados do Golfo Pérsico, sendo que os estudos de consumidor
apontam Itália e China como “mercados altamente favoráveis” à entrada do
leite.A marca
investiu já cerca de oito milhões de euros no programa Leite de Vacas
Felizes, que “visa promover as melhores práticas de produção leiteira e
os mais rigorosos critérios de sustentabilidade e bem-estar animal”,
adiantou a responsável.O
programa conta com 44 produtores certificados, que recebem 10% acima do
preço base do leite, e levou a uma redução de 32% da pegada de carbono
da empresa.As
estimativas para este ano apontam para um aumento de 20% do volume de
vendas do produto, que corresponde a 20 milhões de litros, contribuindo
em 12 milhões de euros para a faturação da empresa.A
marca Terra Nostra pertence à francesa Bel, que, em Portugal, tem
também a marca Limiano e é “a marca que mais entra nos lares dos
portugueses, com 51% de penetração”, sublinhou Paula Amaral.Entre
São Miguel, onde fica a fábrica, e Portugal continental, a Terra Nostra
conta com cerca de 300 colaboradores, a que acrescem cerca de 400
produtores, que são empregados indiretos da produtora de laticínios.