Manifesto Açoriano diz ser necessário “reforçar e agilizar apoios económicos”
Covid-19
20 de jul. de 2021, 10:26
— Lusa/AO Online
Em
comunicado de imprensa, o Manifesto Açoriano revelou que os
subscritores se reuniram com o presidente do Governo dos Açores
(PSD/CDS-PP/PPM), o social-democrata José Manuel Bolieiro, num encontro
que não constava da agenda pública do líder regional.Nesse
encontro, os responsáveis pelo manifesto expressaram “a absoluta
necessidade de se reforçar e agilizar os apoios económicos aos setores
mais afetados pela pandemia, que se veem a braços com uma crise sem
precedentes e cuja sobrevivência não será possível sem um robusto e
eficaz pacote de medidas de Estado”.Os subscritores defenderam a criação de um plano de recuperação económica para a ilha de São Miguel.Os
responsáveis pelo Manifesto Açoriano sugeriram ainda a elaboração de um
“livro branco”, para que seja feita uma “avaliação isenta” sobre as
consequências das medidas de combate à pandemia na região.“Os
subscritores do manifesto reiteraram ao presidente do executivo as suas
preocupações no que concerne à gestão da pandemia na região e os
efeitos devastadores de determinadas medidas restritivas das liberdades
na economia e na sociedade açoriana e, em particular, da ilha de São
Miguel”, lê-se no comunicado.O
“Manifesto Açoriano pelos Direitos Fundamentais” é um documento com 50
signatários que conta já com o apoio de mais de 400 pessoas na
plataforma Petição Pública.Os
subscritores do Manifesto Açoriano promoveram a 12 de junho uma vigília
que concentrou cerca de 40 pessoas junto ao Palácio de Santana, em
Ponta Delgada, sede da presidência do Governo dos Açores, para alertar
para os “gravíssimos prejuízos” causados pelas medidas contra a Covid-19
em São Miguel.A
06 de junho, o Manifesto Açoriano associou-se a um protesto que juntou
cerca de 100 empresários em Ponta Delgada, que se manifestaram contra as
restrições do Governo Regional para combater a pandemia da Covid-19.