Mais de 4.000 estudantes açorianos com apoio do programa “Regressa a Casa”

Hoje 15:23 — Lusa/AO Online

Segundo o Governo açoriano, do total de jovens estudantes com candidaturas aprovadas a esta medida criada em julho de 2024 pelo executivo açoriano, através da Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, "mais de 97% já receberam o pagamento dos apoios”.Através da medida “Regressa a Casa”, os jovens estudantes deslocados beneficiam do pagamento de duas viagens áreas de ida e volta por ano letivo, entre a sua ilha de residência e o local do estabelecimento de ensino que estão a frequentar.São ainda consideradas para efeitos de apoio as viagens dos jovens entre uma ilha que não seja a da sua residência e o território onde se situa o estabelecimento de ensino, nos casos de inexistência de voo direto ou de residência de um dos seus progenitores.O apoio por cada viagem, no montante máximo de 99 euros, inclui despesas com uma bagagem de porão e com penalizações por alteração de datas das viagens, quando não incluído no bilhete.Podem candidatar-se a esta medida jovens estudantes com idade igual ou inferior a 26 anos, com residência fiscal nos Açores e a frequentar cursos de nível 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do Quadro Nacional de Qualificações num estabelecimento de ensino fora da sua ilha de residência, incluindo outra ilha dos Açores, continente ou Madeira.A bolsa de mobilidade é atribuída, por ano letivo, para viagens que decorram no período compreendido entre 01 de setembro e 31 de julho.As candidaturas devem ser formalizadas no Portal da Juventude, em juventude.azores.gov.pt, de 01 de setembro a 15 de agosto.A medida “Regressa a Casa - Apoio à Mobilidade dos Jovens Estudantes Deslocados” integra o pacote “+ Jovem”, que iclui, entre outras, a “Medida de Valorização Salarial”.A secretária regional da Juventude, Habitação e Emprego sublinha que esta medida "remove obstáculos, cria oportunidades e reforça a ligação dos jovens às suas ilhas e à Região".Maria João Carreiro destaca ainda, citada numa nota de imprensa, que a medida, além de contribuir para reduzir o esforço financeiro das famílias, contribui para que a “distância não se transforme num fator de afastamento dos jovens das suas ilhas” e das suas comunidades.