Mais 49 ME pagos e 280 candidaturas aprovadas na última semana
PRR
11 de jul. de 2025, 15:33
— Lusa/AO Online
Segundo o
último relatório de monitorização, o total de pagamentos está agora em
8.145 milhões de euros, o que representa 37% da dotação e do valor
contratado e 35% do aprovado. Destacam-se
as empresas (2.845 milhões de euros), as entidades públicas (1.741
milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (1.053 milhões
de euros). Seguem-se as empresas públicas
(845 milhões de euros), as escolas (589 milhões de euros), as
instituições do ensino superior (335 milhões de euros), as instituições
da economia solidária e social (265 milhões de euros), as famílias (245
milhões de euros) e, por último, as instituições do sistema científico e
tecnológico (218 milhões de euros). As
aprovações de projetos, por seu turno, ascenderam a 22.667 milhões de
euros, acima dos 22.626 milhões de euros anteriormente reportados. Este valor corresponde a 103% da dotação e do montante contratado. A liderar as aprovações de projetos estão também as empresas (6.415 milhões de euros). As
entidades públicas (5.154 milhões de euros), as autarquias e áreas
metropolitanas (4.436 milhões de euros), as empresas públicas (3.336
milhões de euros) e as escolas (1.037 milhões de euros) fecham o ‘top’
cinco.Depois surgem as instituições do
ensino superior (829 milhões de euros), as instituições da economia
solidária e social (717 milhões de euros), as instituições do sistema
científico e tecnológico (548 milhões de euros) e as famílias (285
milhões de euros). Até quarta-feira, o PRR recebeu 381.274 candidaturas, sendo que 311.335 foram analisadas. Já as candidaturas aprovadas estão em 240.106, mais 280 relativamente à semana anterior. O
presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR, Pedro
Dominguinhos, defendeu, esta semana, no parlamento, que Portugal não
perdeu, até agora, um único euro deste plano, mas não descartou a
necessidade de uma reprogramação. Na
terça-feira, o presidente da Estrutura de Missão Recuperar Portugal,
Fernando Alfaiate, já tinha afirmado, também numa audição parlamentar,
que mantém uma “firme convicção de execução plena” das subvenções do
plano. O PRR, que tem um período de
execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e
investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico. Além
de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este
plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.