MAI alerta para que não se deixem infiltar grupos extremistas nos protestos

Habitação

Hoje 15:08 — Lusa/AO Online

“Se alguém pensa que há efeitos miméticos que irão repercutir-se no nosso país com violência e procura aqui disseminar o caos, estejam completamente enganados, porque a força, a firmeza e a robustez das forças de segurança na reposição da ordem pública serão uma absoluta realidade”, sublinhou Luís Neves no início da visita ao Salão Internacional de Proteção, Segurança e Defesa - Segurex, que decorre na Feira Internacional de Lisboa (FIL).Sublinhando que a “manifestação é um direito absolutamente legítimo”, o responsável pela pasta da Administração Interna disse também que o que se passou nos últimos dias - colocação de tendas no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto - foi uma “ocupação de espaços de uma forma ilegítima”. “A lei é para ser cumprida. A força, a firmeza e a robustez das forças serão para ser exercidas quando for necessário. E é este o caso”, disse Luís Neves, que deixou um aviso: “ninguém ouse tentar aqui trazer o caos ou trazer a violência”. Já esta manhã, o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) assegurou que esta polícia colaborará "com outros órgãos de polícia criminal" sempre que se esteja "perante situações que envolvam crimes" da competência da PJ, estando a apurar a alegada existência de, nomeadamente, casos de vandalismo.Em relação a uma eventual investigação criminal à atuação da PSP, Carlos Cabreiro salientou que essa área não é da responsabilidade da Polícia Judiciária, embora esteja à disposição para qualquer colaboração que seja necessária.