Líder do governo açoriano diz "confiar plenamente" na secretária da Saúde

5 de jul. de 2024, 16:01 — Lusa/AO Online

“A preocupação do governo é de máxima segurança para o tratamento dos doentes e para o retorno das capacidades. Nada pela negligência e precipitação das decisões. Faremos com a tranquilidade máxima. O que está em causa, verdadeiramente, são as pessoas e os doentes”, declarou José Manuel Bolieiro.O líder do executivo regional falava aos jornalistas à margem do III Encontro Consular, que decorreu no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada.José Manuel Bolieiro disse ainda “confiar plenamente” na secretária da Saúde Mónica Seidi, depois de na quinta-feira o autor do relatório técnico sobre as causas do incêndio no HDES, João Mota Vieira, em declarações à Antena 1, ter desmentido o executivo regional ao afirmar que o incidente não teve origem nas baterias de condensadores.“Eu confio plenamente na secretaria da saúde, ela tem o meu total apoio. Eu acredito na sua idoneidade e se a idoneidade dela estiver a ser confrontada com a idoneidade de outrem, eu confio mais na idoneidade da minha secretária da saúde”, reforçou o líder regional.José Manuel Bolieiro enalteceu ainda o “trabalho hercúleo” que o Governo Regional está a realizar, agradecendo a todos os profissionais de saúde, e destacou que a retoma do hospital de Ponta Delgada está a ser realizada de acordo com o critério da segurança e sem “precipitação”.“A solução política e de administração do HDES e todos os processos de inquérito, de investigação e de apuramento de responsabilidades serão feitos com a máxima transparência e a idoneidade plural de todas as instituições. Cada um no seu momento e na sua ação”, acrescentou.O presidente do Governo dos Açores rejeitou também que tenha existido falta de transparência ao longo do processo.“Sou a favor da total transparência, a comunicação será feita sempre no sentido de dar conhecimento e informação. A prioridade máxima agora é tratar dos doentes, é dar com segurança os cuidados de saúde até quem deles necessita”, reforçou.