10 de out. de 2022, 14:53
— Susete Rodrigues/AO Online
“Cobrindo temas tão vastos e
dispares como a economia ou a cultura, o dia-a-dia insular ou a
política regional, nacional e internacional, estas crónicas,
escritas num estilo muito próprio e peculiar, que privilegia o texto
curto e incisivo, distinguem-se pela assertividade do seu autor e
pelo desassombro tanto na critica como no elogio, tocando diversos
temas e protagonistas no que Vamberto Freitas, no seu prefácio à
obra, caracteriza como “um grande livro feito dessa escrita (…)
ditada pela clareza de pensamento e elegância das suas breves frases
que conseguem conter em si o mais profundo entendimento da condição
humana””, refere nota de imprensa.
A sessão de lançamento terá a
apresentação de Paulo Simões, diretor do jornal Açoriano Oriental
e contará com leituras de alguns dos textos pelo autor, com abertura
de espaço para o diálogo com os leitores, no que se pretende que
seja uma verdadeira tertúlia de café, que é o espírito fundador
da própria coluna do jornal - “Café Royal” – e uma homenagem
clara à importância que a cultura dos cafés teve na fundação de
um espírito de liberdade e pensamento na Europa ao longo dos tempos,
indica a mesma nota de imprensa.
Pedro Arruda, é empresário do ramo
turístico e comentador político. Tem vários livros publicados, de
poesia, ensaio e cónica. Iniciou o seu percurso como colunista na
revista e blogue :ILHAS. Participou como comentador residente nos
programas da RTP Açores: Choque de Gerações, Língua Afiada e
Prova das 9. Foi fundador e comentador do programa '2 Margens' na
Açores TSF e colaborou em vários jornais e revistas como cronista.
Atualmente, Pedro Arruda, está
dedicado ao projeto “O Hawai’i do Atlântico – Apontamentos
para uma História do Surf nos Açores”, um projeto
multidisciplinar, que abarca a edição de um livro, um documentário
e uma plataforma online de divulgação das ondas açorianas e das
figuras que fizeram a sua história nos últimos 200 anos, desde os
primeiros baleeiros açorianos que se estabeleceram no Havai, no
primeiro quartel do Séc. XIX, até aos nossos dias.