13 de jun. de 2022, 15:14
— Susete Rodrigues/AO Online
Segundo nota de imprensa da autarquia
da Lagoa, este congresso pretendeu ser um “fórum de discussão e
de divulgação científica, no que diz respeito ao direito penal e
às novas tecnologias”, em que participaram juízes, advogados,
procuradores, professores universitários da área científica do
direito e da engenharia informática, e membros das forças
policiais, nacionais e estrangeiros.
Para a autarca, foi “com grande
entusiasmo que o concelho de Lagoa acolheu esta conferência”,
organizada em conjunto pela Universidade Católica Portuguesa, pela
Universidade de Vigo e pela Universidade dos Açores, a que a Câmara
Municipal de Lagoa teve a honra de se associar.
Citada na nota de imprensa, Cristina
Calisto, afirmou que “este é um evento importante, que apesar de
não ser uma matéria da alçada do município, nem tão pouco
regional, nos vem sensibilizar para um assunto de relevância na
atualidade que é a justiça penal, associada às novas tecnologias,
dois temas que interessam aos cidadãos e que têm especial
relevância nos dias que correm”, acrescentando que “cada vez
mais a sociedade contemporânea é dominada pelas novas tecnologias,
que a cada dia que passa são movidas por uma rapidíssima evolução
e por uma capacidade expansiva inerente, em todos os âmbitos da
nossa vida quer pessoal, quer profissional e até mesmo social”.
Sobre as novas tecnologias, a
presidente da Câmara Municipal de Lagoa considera que “são
inegáveis os avanços que as novas tecnologias trouxeram à
sociedade moderna, encurtando distâncias, facilitando formas de
comunicação, otimizando o tempo, transformando as novas tecnologias
em ferramentas indispensáveis, conferindo a determinados
procedimentos serem mais práticos, menos morosos e até mais
económicos”.
No entanto, há que ter em conta os
riscos inerentes a essa utilização de que é bom exemplo o crime
cibernético, que constitui uma “enorme preocupação” na
atualidade.