"Vamos
atacar com mais força, a maiores distâncias, no ar, na terra, no mar e
no ciberespaço. Haverá a nossa contra ofensiva. Estamos a trabalhar
arduamente para a preparar", disse Reznikov numa mensagem publicada hoje
na plataforma digital Facebook. A
ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na
Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5
milhões de deslocados internos e mais de oito milhões para países
europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica
esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra
Mundial (1939-1945).Neste momento, pelo
menos 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3
milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.A
invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a
necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança
da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade
internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e
imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.