“Tal
como se recusou a declarar o Hamas uma organização terrorista após o
massacre de 07 de outubro, Guterres segue uma agenda extremamente
anti-Israel e antijudaica”, escreveu o governante na sua conta na rede
social X.A morte de Sinwar ocorreu na
quarta-feira, num encontro casual entre tropas israelitas e milícias em
Rafah, ao sul do enclave palestiniano. Segundo o Exército, não foram
encontrados reféns com Yahya Sinwar.O
ministro dos Negócios Estrangeiros aproveitou a sua mensagem para
reafirmar que Guterres ainda é designado como ‘persona non grata’ em
Israel, o que proíbe a sua entrada no país.A 02 de outubro, Katz anunciou que tinham decidido declarar o
secretário-geral da ONU 'persona non grata' por não condenar
"inequivocamente" o ataque que o Irão lançou contra Israel no dia
anterior, com quase 200 mísseis balísticos.“Quem
não consegue condenar inequivocamente o ataque atroz do Irão contra
Israel não merece pôr os pés em solo israelita. Este é um
secretário-geral anti-Israel que apoia terroristas, violadores e
assassinos”, advertiu Katz, num comunicado divulgado na altura.Guterres,
por sua vez, enviou na quinta-feira uma mensagem de gratidão ao pessoal
da Força Interina das Nações Unidas para o Líbano (UNIFIL) e avisou que
atacar estas tropas “pode constituir um crime de guerra”.“Os
ataques contra as forças de manutenção da paz das Nações Unidas são
completamente inaceitáveis. Eles violam o direito internacional e o
direito humanitário internacional e podem constituir um crime de
guerra”, alertou, depois de pelo menos cinco soldados terem sido feridos
em ataques de tropas israelitas.O
primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que Israel faz
“todo o possível” para evitar danos às forças de manutenção da paz, mas
que a melhor forma de prevenir estes incidentes é retirá-los do
território, o que exigiria uma decisão do Conselho de Segurança.