IL apela à afluência às urnas e escusa-se a falar sobre cenários pós-eleitorais
Eleições
10 de mar. de 2024, 11:32
— Lusa /AO Online
Na sede da União de Freguesias de Nogueiró e Tenões, em Braga, onde exerceu o seu direito de voto, Rui Rocha apelou à afluência às urnas, para que os portugueses escolham “o país que querem” e os deputados que podem interpretar melhor esse país.“O desafio que queremos fazer é que as pessoas votem, têm esta oportunidade, têm a oportunidade de celebrar o 25 de abril antecipadamente, votando em liberdade, escolhendo o país que querem, escolhendo os intérpretes, os deputados que podem interpretar melhor esse país, que querem”, referiu em declarações aos jornalistas.Admitindo que os políticos “podem sempre fazer melhor” para contrariar a abstenção, Rui Rocha vincou que o voto é uma oportunidade única para definir o país que querem para os seus filhos e netos.Afirmou que o seu compromisso é deixar para as próximas gerações um país melhor.“O país que eu espero é um país, sobretudo, em que tenhamos a possibilidade de as gerações poderem deixar às futuras gerações um país melhor. É um compromisso que nós temos para todas as gerações e que as gerações que vêm a seguir a nós tenham um país melhor”, estimou.Rui Rocha lembrou que este ano se comemora cinquentenário do 25 de abril e defendeu que “a melhor forma de honrar o legado” da revolução é votar e escolher o futuro do país.Em relação a cenários pós-eleitorais, o líder da IL disse que hoje não é o dia para falar do assunto, lembrando apenas que já teve oportunidade “de manifestar repetidas vezes” a sua posição.“Neste momento, é dia de os portugueses votarem. O que estamos a fazer neste momento é escolher os deputados de cada círculo que melhor corporizam ou melhor interpretam o país que queremos e isso é fundamental. Vamos deixar os portugueses em liberdade votarem em liberdade. E é isso que hoje se decide, pois a decisão dos portugueses será aquela que entenderem”, referiu.