Humoristas norte-americanos solidarizam-se com o suspenso Jimmy Kimmel
19 de set. de 2025, 11:32
— Lusa/AO Online
Kimmel,
no seu espaço televisivo, abordara o assassinato do ativista de
extrema-direita Charlie Kirk, apoiante do presidente dos Estados Unidos
da América (EUA), Donald Trump, que foi morto a tiro durante um comício
no estado Utah, sugerindo que estava a haver capitalização política do
sucedido.A televisão ABC suspendeu-lhe o
programa depois de o presidente da entidade reguladora das comunicações
dos EUA (FCC, na sigla inglesa), Brendan Carr, ter dito que havia fortes
argumentos contra Kimmel e que a empresa-mãe, Walt Disney Company,
podia vir a ser responsabilizada. Stewart
optou pela sátira, Colbert – que também tem ameaça de cancelamento sobre
si por parte da televisão CBS - foi mais institucional, alegando
“censura”, e Fallon elogiou Kimmel e desejou que o cómico continuasse a
fazer o seu trabalho.Kimmel ainda não se
pronunciou sobre o assunto. Os seus apoiantes dizem que Carr, o
dirigente da FCC, interpretou mal as suas palavras e que, em momento
algum, o humorista sugeriu que o suspeito da autoria do assassinato de
Kirk, Tyler Robinson, era um conservador.