Segundo António Castro Freire, a
operação em 2025 e 2026 tem decorrido de forma positiva, não se sentindo
de forma acentuada as quebras relacionadas com o transporte aéreo ou as
incertezas da conjuntura internacional.“O ano ainda vai a meio e
ainda não passou o período do verão, que é sempre muito importante para
apurar números, mas até agora, em termos de resultados e de reservas, há
alguma estabilidade na nossa operação para o ano em curso”, revelou à
margem da cerimónia.No entanto, reconheceu que, apesar de existirem
novas companhias a voar para a Região, a ausência das principais
companhias low cost no momento atual é vista como uma dificuldade.“Temos
noção de que outros parceiros, nomeadamente o alojamento local, estejam
a viver um período mais complexo, até porque estavam mais dependente
das low cost e certamente sentem maiores dificuldades no momento atual”,
afirmou.Acrescentou ainda esperar que esta seja apenas uma
“situação passageira” e que a “crescente notoriedade e a requalificação
da oferta” da região sirvam de atrativo para que a atual situação das
low cost nos Açores seja reconsiderada.