Greve das empresas de segurança nos aeroportos sem impacto na operação
26 de dez. de 2017, 06:59
— Lusa/AO Online
A
agência Lusa contactou por diversas vezes o Sindicato dos Trabalhadores
da Aviação e Aeroportos (SITAVA), que convocou o protesto para exigir
melhores condições laborais, mas não conseguiu obter um balanço da
paralisação.Numa
resposta escrita enviada à Lusa, fonte oficial da ANA -
Aeroportos de Portugal indica que “a greve não tem prejudicado as
operações, que têm decorrido dentro da normalidade”.Os
trabalhadores da segurança privada dos aeroportos - das empresas
Prosegur e Securitas – estiveram em greve desde a véspera de Natal.Em
declarações à Lusa no sábado, o sindicalista Paulo Alexandre do SITAVA
disse que a paralisação poderia causar “atrasos nos voos e até
cancelamentos”.Paulo
Alexandre afirmou à Lusa que a principal reivindicação é a assinatura
do Contrato Coletivo de Trabalho para estas empresas, “que já deveria
ter sido aceite” pela Associação de Empresas de Segurança (AES).“O
Governo fez uma proposta, visto que a AES não aceitou as condições
propostas pelo SITAVA. O próprio Estado redigiu um contrato e tentou
fazer com que a AES aceitasse o contrato. Da parte do SITAVA não houve
problema, mas a AES continua intransigente em relação a isso e (…) vamos
fazer a greve”, explicou o sindicalista.