Governo prorroga apoio para promoção do sucesso educativo na região
Hoje 15:57
— Lusa/AO Online
Segundo
o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo
Estevão, o Governo açoriano, aprovou a resolução na
reunião realizada em Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, no último
dia da visita estatutária à ilha.A
resolução “prorroga para o ano de 2026 a vigência do apoio financeiro
extraordinário, […] destinado a apoiar processos de aprendizagem e vida
da comunidade educativa, com o objetivo de coadjuvar os alunos para os
quais sejam mobilizadas medidas adicionais de suporte à aprendizagem e à
inclusão e que exijam particular atenção dos docentes”, adiantou.Os
encargos resultantes da resolução são suportados pelo orçamento do
respetivo fundo escolar, dentro do limite de 1.219,800,00 euros.Paulo
Estevão explicou que, na continuidade da reformulação estrutural do
sistema educativo regional, levada a cabo pelo atual Governo dos Açores,
“importa implementar uma reforma curricular que, a partir dos programas
e projetos educativos lançados, consolide a escola de acordo com as
exigências do século XXI e promova respostas educativas diferenciadas e
adequadas à diversidade de alunos, promovendo o sucesso educativo”.O
governante, que falava aos jornalistas na apresentação das deliberações
do Conselho do Governo, acrescentou que, com a medida, o executivo dá
continuidade “ao processo de acompanhamento e orientação vocacional dos
alunos em risco de abandono precoce da educação e formação”.No
Conselho do Governo dos Açores foi decidido, entre outras
medidas, aprovar a resolução que autoriza a revisão do contrato de
cooperação-valor com a Santa Casa da Misericórdia de São Roque do Pico
em 2023, prevendo uma comparticipação de até 5,8 milhões de euros, para
assegurar o financiamento à execução da obra de ampliação da estrutura
residencial para idosos.O executivo também
aprovou uma deliberação que autoriza a formalização de um protocolo
entre a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) e o Governo
Regional, no âmbito do processo de licenciamento das operações de acesso
ao espaço, de retorno do espaço e da construção de portos espaciais.A
decisão é justificada tendo em conta o conjunto de competências que o
executivo açoriano detém “em matérias como o ambiente, mar, ordenamento
de território e proteção civil”.