Governo põe Forças Armadas em estado de “prontidão”
Covid-19
3 de nov. de 2020, 18:36
— Lusa/AO Online
O documento, assinado por Gomes Cravinho e datado de quarta-feira (28 outubro), produziu efeitos desde então.Segundo
o despacho “os ramos das FA contribuirão com os recursos humanos e
materiais que se revelem necessários a apoiar as entidades competentes,
no âmbito desta emergência de saúde pública”, sendo o Chefe do
Estado-Maior General das FA incumbido de “reunir e ativar os meios
(...), ficando estes na sua dependência”, em coordenação com a Proteção
Civil, forças e serviços de segurança e outras entidades.Igualmente
na primeira linha de combate à pandemia vai estar o diretor da Saúde
Militar, “para o emprego de recursos humanos e materiais relacionados
com o Hospital das FA (HFAR), demais unidades de saúde das FA e do
Laboratório Militar de Produtos Químicos e Farmacêuticos”.“A
presente determinação vigora enquanto se mantiverem as atuais situações
de alerta, de contingência ou de calamidade que justificam a prontidão,
ativação e colaboração das FA no âmbito desta emergência de saúde
pública”, lê-se ainda.Gomes Cravinho
estimou segunda-feira, no parlamento, “para cima de 30 milhões de euros
em compromissos assumidos e inopinados com a pandemia”, sendo que “ainda
faltam dois meses até final do ano”, durante a audição sobre o
Orçamento do Estado para 2021.