Governo fecha acordo de valorização salarial com parceiros sociais, CGTP de fora
1 de out. de 2024, 11:05
— Lusa/AO Online
Do
lado das confederações patronais, o acordo foi subscrito pela
Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Confederação do Comércio e
Serviços de Portugal (CCP), Confederação do Turismo Português (CTP) e
Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).Já
do lado das centrais sindicais, foi assinado pela União Geral de
Trabalhadores (UGT), enquanto a Confederação Geral dos Trabalhadores
Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP-IN) optou por ficar de fora,
tal como no anterior acordo assinado com o anterior executivo.Por
sua vez, do lado do Governo, o acordo foi assinado pelo
primeiro-ministro e pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança
Social. O novo acordo revê em alta a trajetória do salário mínimo nacional, prevendo aumentos de 50 euros anuais até 2028. Para
o próximo ano, o Governo propõe que a retribuição mínima garantida suba
para 870 euros brutos, um aumento de 6,1% face aos atuais 820 euros e
mais 15 euros face ao valor previsto no atual acordo de rendimentos (855
euros), subindo depois para 920 euros em 2026 (um aumento de 5,7%),
para 970 euros em 2027 (uma subida de 5,4%) e para 1.020 euros em 2028
(+5,2%).