Governo dos Açores investe 226 mil euros na montanha do Pico em vigilãncia e busca
Hoje 11:45
— Lusa
Numa resposta a um requerimento do deputado único do PAN/Açores, a Secretaria Regional de Assuntos Parlamentares e Comunidades refere que este valor contempla ainda o controlo e vigilância do acesso à montanha, ações de busca e socorro.O valor destina-se também à manutenção, durante o ano, de uma equipa dedicada ao resgate de visitantes naquela área protegida, “assegurando assim uma capacidade de resposta permanente e especializada”.A secretaria regional de Assuntos Parlamentares esclarece que o Governo dos Açores “não assume diretamente qualquer despesa associada ao resgate de utilizadores de trilhos pedestres, com exceção das situações de resgate ocorridas na reserva natural da montanha do Pico”.Nesse contexto, foi celebrado um protocolo de cooperação com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Madalena para “garantir a operação de busca e salvamento ou de socorro em caso de acidente", bem como para “assegurar o funcionamento contínuo do sistema de videovigilância e rastreio de visitantes”.O executivo açoriano revela, por outro lado, que, apesar de só haver um auto de notícia, em 2025, pela GNR, entretanto arquivado, a Inspeção Regional do Turismo realiza “todos os anos ações de fiscalização dirigidas às atividades de animação turística e aos profissionais de informação turística”.A Secretaria Regional revela que foram realizadas, em 2025, 71 ações de fiscalização a empresas e profissionais de animação turística devidamente registadas e 77 ações de deteção de atividades/profissionais não registados.A Inspeção Regional do Turismo tem vindo entretanto a “intensificar a fiscalização nos locais de interesse turístico”, abrangendo cidades e sítios classificados como património da humanidade e as áreas protegidas classificadas como reservas naturais, onde se incluem alguns dos trilhos homologados.Em 2025, foram encetadas 45 ações de fiscalização, sendo que em 44 “não foram detetadas quaisquer irregularidades”.