Governo dos Açores esclarece que várias reivindicações do SINTAP já foram aplicadas
18 de abr. de 2019, 17:42
— Lusa/AO Online
O vice-presidente do
executivo açoriano, Sérgio Ávila, afirmou que o aumento de 12% da
remuneração complementar, que o Sindicato dos Trabalhadores da
Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) pedia
que fosse de 10%, “já foi inscrito no Orçamento e já foi aprovado na
Assembleia [Legislativa Regional]”.A
medida, anunciada em novembro, prevê o aumento em 12% da remuneração
complementar, bem como o alargamento do primeiro escalão, que garante
aos funcionários públicos regionais com ordenado mais baixo um aumento
de 62 euros mensais.Também “o acordo
coletivo de trabalho dos funcionários dos hospitais já foi assinado”,
adiantou Sérgio Ávila, referindo-se ao acordo firmado em dezembro de
2018 com dois sindicatos para que os trabalhadores com contrato
individual de trabalho tenham direitos equiparados aos dos trabalhadores
em funções públicas.O executivo já
avançou, também, com o suprimento de falta de pessoal, disse Sérgio
Ávila, acrescentando que “foi publicado em fevereiro o mapa de
autorização dos concursos para este ano da administração pública, que
contempla mais de 750 concursos”.Estas
vagas incluem os cerca de 40 postos para técnicos superiores, que serão
integrados na administração pública regional, apontadas pelo
SINTAP/Açores, e que são “o somatório de vagas que foram abertas o ano
passado com aquelas que estão autorizadas para este ano”, afirmou o
governante.Na quarta-feira, a Lusa
noticiou que no caderno reivindicativo do SINTAP/Açores, o sindicato
pedia o aumento da remuneração complementar em 10%, bem como a aplicação
da remuneração complementar aos trabalhadores com contratos individuais
de trabalho dos hospitais da região, questões que já foram
concretizadas segundo o executivo.Outra
das exigências do sindicato prende-se com o “suprimento da falta de
pessoal técnico e auxiliar” em vários serviços da administração pública,
bem como “a integração na função pública daqueles técnicos que, apesar
de possuírem um contrato individual de trabalho com as instituições
particulares de solidariedade social, na prática exercem funções
públicas para o Instituto de Segurança Social dos Açores.