Governo dos Açores apoia construção de 41 habitações em Rabo de Peixe com 1,9 ME
Hoje 14:43
— Lusa/AO Online
Segundo o executivo açoriano, este apoio financeiro, não reembolsável, destina-se à execução e fiscalização das obras de infraestruturação do loteamento do Toronto, no qual serão construídas 41 novas moradias unifamiliares a custos controlados, 10 de tipologia T2 e 31 de tipologia T3, em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel.Em comunicado, o Governo Regional adianta que o protocolo de comparticipação financeira foi assinado, em Ponta Delgada, pela secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, e pelos membros do Conselho de administração de cooperativa “Nossa Vila, Nossa Casa” Rui Tavares, presidente, Luísa Ponte, 1.ª vogal, e Maria Beatriz Travassos, tesoureira.Na cerimónia, que contou com o diretor regional da Habitação, Daniel Pavão, a secretária regional sublinhou que "a política de habitação não se esgota na construção pública" e "passa também e cada vez mais por criar condições para que outras entidades possam construir, investir e contribuir para aumentar a oferta de habitação nos Açores”.Segundo a titular da pasta da Habitação nos Açores, citada na nota, este apoio enquadra-se na estratégia do Governo dos Açores de diversificação das respostas ao desafio da habitação, através do investimento público e do envolvimento do setor privado e cooperativo na criação de novas soluções habitacionais a preços compatíveis com o rendimento das famílias. Maria João Carreiro recordou que, em 2024, foi celebrado um protocolo com a “Nossa Vila, Nossa Casa” para a atribuição de um apoio de 314 mil euros para a infraestruturação de onde estão a ser construídas 16 novas casas de tipologia T3.“A Região precisa de mais casas no mercado e o aporte trazido por esta cooperativa é um ato que deve ser valorizado e amplificado. Ganhamos todos se mais exemplos destes puderem surgir em outros concelhos e em outras ilhas”, sublinhou a governante.Entre os apoios de que as cooperativas de habitação podem beneficiar estão a cedência de projetos-tipo de habitação, de loteamento e de infraestruturas, cedência de lotes infraestruturados e de solos por infraestruturar e ainda a comparticipação financeira, a fundo perdido, no investimento realizado, ou a realizar, na aquisição de solos, na sua infraestruturação e estudos e projetos correspondentes, refere o executivo açoriano, na nota.