Governo açoriano prevê intervenção a "médio prazo" em escola degradada de Ponta Delgada
21 de jun. de 2021, 15:30
— Lusa/AO Online
Em declarações
aos jornalistas após visitar o estabelecimento de ensino onde seis salas
estão encerradas devido à degradação, José Manuel Bolieiro realçou que
executivo açoriano está a realizar “intervenções de emergência” para
“eliminar, dentro do possível” a “queda de tetos”.O
presidente do Governo regional adiantou o “objetivo” de realizar
“intervenção de fundo”, "aproveitando" o próximo período de fundos
comunitários de 2021-2027.“Naquela
que será uma componente de esforço direto do nosso orçamento, pois é
possível fazer com mais rapidez. Aquela que depender da comparticipação
de fundos comunitários, pois será mais a médio prazo”, respondeu
Bolieiro aos jornalistas, questionado sobre os prazos para a intervenção
na Escola Antero de Quental.O
presidente do Governo dos Açores esteve na escola secundária Antero de
Quental a propósito do lançamento do terceiro ciclo de conferências do
“Liceu d´Antero”.“Este
palácio e a Escola Secundária Antero de Quental é uma das nossas
prioridades e um dos nossos compromissos, porque faz parte da nossa
identidade e do património edificado que honra Ponta delgada e os
Açores”, declarou.A
Escola Secundária Antero de Quental, na ilha de São Miguel, está desde
1901 situada no Palácio da Fonte Bela (então designada como Liceu de
Ponta Delgada), um edifício do século XIX, localizado no centro de Ponta
Delgada, classificado como imóvel de interesse público.Atualmente, existem seis salas na escola (incluindo a biblioteca) que estão encerradas devido aos elevados níveis de degradação.O
ciclo de conferências do “Liceu d´Antero” decorre de segunda a
sexta-feira, tendo mais de 30 oradores, entre eles Nuno Crato, Santana
Castilho, António Onofre Soares e Raimundo Quintal.