De acordo com nota enviada à comunicação social, no
decorrer de uma ação de fiscalização direcionada para a prevenção da
contrafação, imitação e uso ilegal de marca, aos bens transportados
entre o território continental e a ilha de São Miguel, os militares da
GNR detetaram a existência de diversos volumes, contendo no seu interior
várias peças de vestuário contrafeitas, com a intenção de distribuir e
colocar no mercado ou armazenar essa mercadoria.
Da
fiscalização resultou a apreensão de um total de 303 peças de vestuário
e na identificação da expedidora dos bens, uma mulher com ligação ao comércio a retalho.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial dos Açores.