Finanças arrecadam mais de 10 ME com dois leilões de imóveis
27 de dez. de 2018, 09:14
— Lusa/AO Online
A DGTF, que levou a
cabo os leilões em 08 de novembro e 18 de dezembro, estava a pedir
pelos edifícios 8,4 milhões de euros, segundo as contas da Lusa, depois
de consultar os resultados do concurso no ‘site’ da entidade. Vários
outros imóveis, cujo valor não foi incluído nestas contas, não foram
comprados ou porque a hasta ficou deserta ou porque foram retirados de
venda. O
antigo Quartel de S. Brás foi vendido no passado dia 18, por cinco
milhões de euros, tendo por preço base de licitação 3,7 milhões de
euros.Recorde-se
que a Câmara do Porto aprovou, em novembro, com a abstenção do PSD, uma
proposta para que o Governo cancelasse a venda deste edifício e de um
prédio nas ruas 31 de Janeiro e da Madeira. Este último prédio foi
arrematado por mais de um milhão de euros, face a uma base de licitação
de 528 mil euros, de acordo com os dados da DGTF. Segundo
uma moção da CDU, apresentada na reunião camarária pública do
executivo, a ideia é que os imóveis possam ser disponibilizados para
“habitação a preços acessíveis” e em defesa “do pequeno comércio e do
movimento associativo da cidade". A DGTF vendeu vários imóveis por todo o país, de todos os tipos, como escritórios, casas, apartamentos, prédios e moradias. A
hasta pública levada a cabo no dia 08 de novembro terminou com um total
de 2,3 milhões de euros arrecadados, face a um preço inicial de 2,1
milhões de euros. No dia 18 o montante arrecadado foi de 8,3 milhões de
euros, partindo de um valor inicial de 6,3 milhões de euros. Os leilões realizaram-se no auditório do Ministério das Finanças.