Festival Walk & Talk arranca na sexta-feira nos Açores e celebra oito anos com casa nova
27 de jun. de 2018, 15:11
— Lusa/AO Online
A
oitava edição do Walk&Talk tem a cerimónia no novo Pavilhão do
festival a ser um dos pontos altos, diz nota da organização divulgada
hoje, assinalando que a edição deste ano conta com a apresentação de
trabalhos "inéditos em vários locais de São Miguel".A
oitava edição do evento, que incentiva a criação artística, conta com a
participação de mais de 70 artistas, curadores e coletivos no circuito
da arte pública, residências, exposições e outras iniciativas.No
fim de semana de abertura serão inauguradas quatro exposições e o
público poderá assistir a 'performances', teatro, apresentações e
concertos, "numa dinâmica que se manterá constante durante o festival",
acrescenta a organização, cuja edição deste ano conta com "um programa
reforçado no acolhimento de projetos musicais, apresentação de dois
espectáculos em estreia e novas atividades como jantares e 'brunch'
temáticos, que convidam o público a coabitar a casa nova" do evento.De
carácter experimental e participativo, em 2018 o Festival Walk&Talk
volta a motivar um programa que propõe "novas centralidades para a
produção artística contemporânea, promove a criação de objetos inéditos
em diálogo com a geografia e as culturas locais, pulveriza espaços e
comunidades através das artes", sublinha ainda a organização.A primeira edição do festival realizou-se em 2011, em São Miguel, e em 2016 o certamente alargou-se à ilha Terceira. De
acordo com a organização, as sete edições já acolheram mais de duas
centenas de artistas, dando forma a um circuito de arte pública que
"atualmente é formado por cerca de 70 intervenções, de caráter mais ou
menos efémero, mapeadas e visitáveis todo o ano entre as duas ilhas do
arquipélago".Além
do festival, o Walk&Talk tem como objetivo ser "uma plataforma que
incentiva a criação artística em diálogo permanente com o território, as
culturas e comunidades açorianas", potenciando o intercâmbio e a
cocriação artística, "gerada a partir dos Açores e partilhada com o
mundo".O
festival é membro da EFFE – Europe for Festivals Festivals for Europe, e
a sua realização assinala o culminar do trabalho da Associação
Cultural, sem fins lucrativos Anda&Fala.