O Açoriano Oriental publica o seguinte direito de resposta, remetido
pela gerência da OMD-Audição Portugal, ao abrigo dos artigos 24º e 25º
da Lei de Imprensa, pela publicação da notícia sob o título “Queixas de
falso rastreio à Covid-19 com vista à venda de aparelhos auditivos”, na
página 5 da edição de quarta-feira, dia 24 de junho de 2020:
- A verdade é que os interesses primaciais dos nossos pacientes e da
população dos Açores, sobrepõem-se em muito ao eventual interesse
público das notícias em causa e sobretudo sobre o eventual
sensacionalismo que é buscado na forma como se apresentam os elementos
recolhidos nesta notícia em concreto.-Na notícia em causa,
citando-se “falsos rastreios à Covid-19”, desenvolvem-se uma série de
considerandos de uma forma desgarrada e descontextualizada.-Cumpre
afirmar, que “NUNCA” empresa efetuou qualquer contacto á população dos
Açores, no sentido de informar que se faziam rastreios ao Covid -19 .A
publicidade do estabelecimento, é feita através de canais digitais,
spots na rádio, painéis publicitários, revistas e folhetos.-A
empresa considera esta informação desfasada da realidade e sem qualquer
fundamento, tendo apenas por finalidade difamar a empresa.-A empresa
nunca teve conhecimento de nenhuma queixa, por parte de ninguém dessa
situação e considera muito grave, ver associado o seu nome á Covid 19,
onde é criada uma imagem de tentativa de utilizar o estado de pandemia
que se vive em Portugal e do mundo para atingir um fim…não pode admitir
de forma nenhuma esta difamação e desrespeito pela atividade exercida.-Salienta
que pretende apenas e somente, oferecer á população um produto que vai
melhorar o défice auditivo e consequentemente melhorar a qualidade de
vida de cada pessoa, de forma eticamente correta ,com especialistas
credenciados para o efeito e obedecendo a todo as normativas legais
exigidas para o efeito.-A empresa estranha o facto de existirem
outras empresas na mesma área geográfica a praticarem valores superiores
na venda de aparelhos auditivos e nunca foram alvo deste tipo de
notícias…será que a concorrência tem interesses ocultos…-A
OMD-Audição Portugal tem sede nos Açores, teve de fazer grandes
investimentos e contratou inclusive pessoas residentes nos Açores,
criando assim postos de trabalho.Por último informa que, em relação
aos seus funcionários, estes serão livres de trabalhar onde bem
entenderem e ainda que foram tratadas todas as licenças necessárias
junto das respetivas instituições para abertura do estabelecimento.Nessa
medida, solicita-se a publicação deste desmentido em direito de
resposta com vista ao bom nome e reputação da empresa OMD-AUDIÇÃO
PORTUGAL, citada na notícia publicada no vosso órgão de comunicação
social, sem detrimento de a mesma vir a exercer os seus direitos por
outra via em resultado dos prejuízos decorrentes desta publicação. Com os melhores cumprimentosA gerênciaNota da DireçãoO
Açoriano Oriental contactou a Inspeção Regional das Atividades
Económicas que confirmou ter recebido queixas e afirmou estar a
investigar o caso. O Açoriano Oriental fez o seu papel perante as
queixas apresentadas e não mais do que isso.