Excesso de algas trazidas pela maré invadem Foz da Ribeira

27 de ago. de 2025, 10:09 — Susete Rodrigues

Este excesso de algas tem levado a que seja “impossível manter o tanque principal da Boca da Ribeira limpo pelos vigilantes afetos à manutenção da zona balnear”, por ser uma piscina natural e sujeita às marés. O excesso de algas impossibilita também o uso da “motobomba de apoio ao tanque por causarem dano ao equipamento”. A Câmara do Nordeste recorda, no comunicado, que procedeu à manutenção do complexo no início da época balnear, por forma a assegurar que os banhistas continuem a usufruir daquele espaço, “mesmo estando carente de grandes obras de intervenção que sucessivamente têm sido reivindicadas pelos executivos camarários”.A autarquia lembra ainda que “elaborou o projeto para a remodelação do complexo balnear e entregou-o ao Governo Regional dos Açores para que execute a obra, uma vez que a autarquia não possui meios para o fazer”.