3 de jul. de 2025, 12:34
— António Correia /Lusa/AO Online
“O
Diogo era aquilo que todos nós queremos ser, uma referência para o
futebol português, um talento da sua geração, mas muito mais do que
isso, hoje estamos todos enlutados pela tristeza bárbara da notícia que
hoje recebemos”, lamentou o líder máximo do organismo, aos jornalistas
presentes em Berna, onde a seleção portuguesa feminina de futebol se vai
estrear no Euro2025, diante de Espanha. Pedro
Proença acrescentou que “futebol português está de luto e absolutamente
devastado” pela morte do malogrado jogador dos ingleses do Liverpool,
assim como do irmão André Silva, de 25 anos, que atuava no Penafiel, da
II Liga. “Hoje o futebol português está
absolutamente devastado. Estamos todos de luto, está a Federação
Portuguesa de Futebol, está esta geração de jogadores e o que
representava hoje o Diogo e, se me permitem também, o André. Um chefe de
família e aproveito para dar um cumprimento muito especial Rute
[mulher] e aos três filhos que ficaram”, declarou, pedindo ainda que
“neste momento todos” respeitem “a memória do Diogo e do André”. Diogo
Jota era jogador do Liverpool, emblema que representava há cinco épocas
e no qual venceu uma Liga inglesa, uma Taça de Inglaterra, duas Taças
da Liga.Depois da formação no Gondomar e
no Paços de Ferreira, o avançado representou por uma época o FC Porto,
por empréstimo do Atlético de Madrid, sendo depois cedido ao
Wolverhampton, no qual esteve três temporadas.Na
seleção portuguesa, Diogo Jota, que casou recentemente com a mãe dos
seus três filhos, somou 49 internacionalizações, tendo conquistado duas
Ligas das Nações.