Época especial entre 03 e 08 de setembro e aberta aos alunos elegíveis para 2.ª fase

Exames

Hoje 09:26 — Lusa/AO Online

Em comunicado, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação detalhou que "o exame realizado na época extraordinária é considerado, para todos os efeitos, como correspondendo à 2.ª fase". "No caso de o aluno também ter realizado exame na 2.ª fase, é considerada a melhor classificação obtida entre os resultados das duas provas", acrescentou.As inscrições decorrem de 27 a 31 de julho e os exames realizam-se entre 03 e 08 de setembro, indicou a mesma fonte.A 3 de setembro decorrem as provas de Português, Português Língua Segunda, Português Língua Não Materna, Literatura Portuguesa, Economia A, História da Cultura e das Artes e Latim.Dia  4 são as provas de História A, Biologia e Geologia, História B, Geometria Descritiva A, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano e Mandarim, seguindo-se dia 7 Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia.No último dia da época especial (08 de setembro) decorrem as provas de Desenho A, Física e Química A, Geografia A e Inglês.Já a segunda fase para apresentação das candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior irá decorrer entre 24 de agosto e 22 de setembro, sendo os resultados publicados a 30 de setembro, referiu o ministério.O ministério liderado por Fernando Alexandre lembrou que "as dificuldades técnicas verificadas na classificação eletrónica impediram alguns alunos de conhecer as suas classificações definitivas atempadamente, circunstância que poderá ter condicionado, designadamente, a decisão de inscrição e de realização dos exames na 2.ª fase, bem como a adequada preparação dos alunos". "A decisão de criar uma época extraordinária visa assegurar que nenhum aluno é prejudicado por circunstâncias que não lhe são imputáveis", acrescentou, insistindo que está assegurada "toda a transparência e rigor do processo de avaliação das aprendizagens dos alunos e as condições de equidade na conclusão do ensino secundário e no acesso ao ensino superior".Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.