Quando o pano sobe no salão, o brilho salta à vista. Vestidos pensados ao detalhe, maquilhagem impecável, cabelos alinhados e instrumentos afinados. O salão está cheio, não cabe mais uma agulha. Cheira a bifanas, linguiça e morcela, mistura-se a cerveja e os licores. Há crianças que guardam sacos de serpentinas para o final e gente com sede de rir e aplaudir. Mas nem sempre foi assim.Se o enredo pedia...
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