Dia dos Açores não será assinalado fisicamente nem nos moldes habituais

Covid-19

29 de mai. de 2020, 10:41 — Lusa/AO Online

Fonte parlamentar disse à agência Lusa que o formato desenhado entre a presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, Ana Luís, com os diferentes grupos parlamentares, e o presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, contempla apenas intervenções de ambos, a partir da Horta, onde fica a sede do parlamento, e de Ponta Delgada, onde funciona a presidência do executivo, sendo estas transmitidos ‘online’ e através da TV e rádio públicas.O Dia dos Açores foi instituído pelo parlamento açoriano em 1980, visando celebrar a autonomia política e administrativa da região, sendo celebrado na segunda-feira do Espírito Santo, também conhecida por Dia do Bodo ou Dia da Pombinha, devido à forte implantação destas festividades nas comunidades açorianas.Segundo o gabinete de imprensa do Governo dos Açores, este é o formato “adequado aos condicionamentos que derivam do contexto da pandemia de Covid-19 na região”.“Embora os Açores estejam já numa fase de levantamento das restrições que tiveram de ser determinadas por causa da pandemia, existe ainda um conjunto de recomendações e condicionamentos, desde logo no que respeita a agrupamentos de pessoas e às acessibilidades aéreas e marítimas entre as ilhas, que limitam, de forma determinante, a realização das comemorações desse dia no formato em que era habitual as mesmas terem lugar”, considera o executivo açoriano.A cerimónia evocativa do Dia da Região inicia-se, às 11h00, com a intervenção do presidente do Governo, seguindo-se a intervenção da presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. A intervenção de Ana Luís será feita a partir da sede da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, na cidade da Horta, enquanto que Vasco Cordeiro proferirá a sua intervenção no Palácio de Santana, na cidade de Ponta Delgada. Os Hinos da Região Autónoma dos Açores e Nacional serão interpretados, em Angra do Heroísmo, pelo Coro Tibério Franco – Terra Chã.