Deputados do PS/Açores destacam investimento público superior a 213 ME em São Jorge
28 de fev. de 2020, 18:58
— Lusa/AO Online
“Se
antes havia desemprego, hoje há falta de mão-de-obra”, disse Francisco
César, citado numa nota de imprensa do grupo parlamentar do PS/Açores,
no final das jornadas parlamentares que decorreram em São Jorge e onde
os deputados socialistas açorianos no parlamento regional efetuaram nos
últimos três dias visitas a vários setores de atividade daquela ilha.Na
conferência de imprensa de encerramento das jornadas parlamentares dos
deputados do PS/Açores, Francisco César afirmou que agora o “emprego”,
“saúde” e “transportes” são as prioridades identificadas para o futuro
da ilha de São Jorge.O líder do grupo
parlamentar do PS/Açores na Assembleia Legislativa Regional sublinhou
ainda a importância de medidas como o “Movemprego”, através das quais o
Governo dos Açores garante apoios financeiros para a deslocação e para a
fixação de pessoas e famílias que vão trabalhar para outras ilhas,
destacando também a importância do programa do executivo açoriano que
apoia a deslocação e fixação de trabalhadores entre ilhas, para
responder à falta de mão-de-obra que afeta ilhas como São Jorge.“Quando
nós falamos de desertificação, quando nós falamos de ilhas que têm,
pela sua pequena escala, dificuldades em gerar economia, em gerar
emprego, sabemos que o emprego e o rendimento são fatores decisivos (…)
Este programa permite, onde há excesso de mão-de-obra numa determinada
aérea ela poder ser canalizada para onde faz falta noutra ilha. Um
trabalhador de São Miguel que não tenha emprego numa determinada área
pode deslocar-se para outra ilha”, sublinhou, citado no mesmo
comunicado. No setor da saúde, além das
infraestruturas já construídas e outras que estão a ser reabilitadas,
Francisco César referiu “o aumento de 32% ao nível das consultas de
especialidade”, que foi anunciado pelo Governo dos Açores, liderado pelo
socialista Vasco Cordeiro, para São Jorge, este ano. “Naturalmente
que a ação do PS nos últimos quatro anos poderá ter dito omissões ou
até mesmo falhas, mas o balanço é francamente positivo (…) e a confiança
que tivemos e temos nos resultados é aquela que nos permite, com aquilo
que ouvimos e apreendemos, preparar os próximos quatro anos”, referiu
ainda Francisco César, citado no comunicado enviado às redações.