Deputado do PSD/Açores pede “modelo justo” de Subsídio Social de Mobilidade

1 de jul. de 2020, 06:17 — Lusa/AO Online

Citado em nota de imprensa, o social-democrata defendeu “um modelo justo e que não obrigue os açorianos a irem para as filas dos CTT para serem reembolsados da diferença que pagam antecipadamente”.“Há algumas semanas, o senhor ministro das Infraestruturas disse que foi uma opção firme manter a coesão territorial. Peço-lhe então a mesma firmeza na resolução de um problema que é não só de coesão, mas também de justiça social", prosseguiu Paulo Moniz, que falava numa audição do ministro das Infraestruturas, na Comissão de Economia.O deputado disse ainda que o “acerto de contas” deve ser feito “entre o Estado e as companhias aéreas” e lembrou que continua à espera das cópias das atas do grupo de trabalho criado em 2017 para a revisão do Subsídio Social de Mobilidade, que foram solicitadas em novembro de 2019.Paulo Moniz afirma que, quando houver “segurança e condições, os açorianos merecem ter este assunto, que se vem arrastando no tempo, tratado”.Nos Açores, o modelo de subsídio de mobilidade, proposto em 2011, define que, nas viagens entre a região e o continente, haja reembolso para os residentes no arquipélago no montante entre a diferença do bilhete comprado e valor máximo de 134 euros por viagem de ida e volta.Para viagens entre os Açores e a Madeira, o montante em causa é de 119 euros.