Covid-19: Brasil ultrapassa 119 mil mortos e 3,8 milhões de infeções

29 de ago. de 2020, 11:29 — AO Online/ Lusa

Desse total, 855 óbitos e 43.412 infetados foram registados nas últimas 24 horas, quando o executivo estuda e eventual relação de 2.708 mortes com a covid-19.No boletim de sexta-feira, a tutela da Saúde informou que 2.976.796 pacientes já recuperaram da doença causada pelo novo coronavírus e 708.503 estão sob acompanhamento médico.A taxa de letalidade da doença no Brasil desceu hoje para 3,1%, quando a taxa de incidência é de 56,9 óbitos e de 1.810,5 casos por cada 100 mil habitantes no país.São Paulo lidera a lista de unidades federativas mais afetadas pela pandemia, somando oficialmente 796.209 pessoas diagnosticadas e 29.694 vítimas mortais, sendo seguido pela Bahia, que tem hoje 250.977 casos e 5.243 mortos, e pelo Rio de Janeiro, que totaliza 219.198 infetados e 15.859 óbitos.Apesar de ser o foco da pandemia no país, São Paulo já "superou o pior momento da pandemia", segundo afirmou o governador estadual, João Doria, acrescentando que a região já ultrapassou a fase de 'platô'.O ‘platô’ ocorre quando, geralmente após um pico, o número de infetados se estabiliza e permanece sem grandes variações por um período."A perspetiva é de que estamos, de facto, a iniciar a descida do ‘platô’. (...) Da mesma forma que combatemos o vírus, vamos agora enfrentar os efeitos do vírus, principalmente na economia, no emprego e na proteção social", declarou o governador na sexta-feira.Esta semana, foram registadas reduções de 5% nos casos de infeção, 10% nos internamentos e 11% nos óbitos pelo novo coronavírus no estado de São Paulo, o mais rico e populoso do país, com cerca de 46 milhões de habitantes.A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 832 mil mortos e infetou mais de 24,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.