Costa destaca "consenso nacional" em torno de posições defendidas em Bruxelas
22 de mar. de 2018, 15:42
— Lusa/AO online
“Não é a linha do Governo, é a linha da política portuguesa e que tem
um consenso transversal a todas as forças políticas” de defender os
fundos de coesão e a PAC como “marcas identitárias”, disse Costa, em
declarações aos jornalistas à entrada da reunião do Conselho Europeu, em
Bruxelas.“É
uma posição tradicional de Portugal e vejo com agrado que não seja um
fator de divisão, mas que saibamos, como é timbre de Portugal,
unirmo-nos quando estão em causa os interesses nacionais”.Hoje,
em entrevista à agência Lusa antes de participar pela primeira vez numa
reunião do Partido Popular Europeu (PPE) desde a sua eleição para a
liderança do PSD, Rui Rio apontou que, em dossiês europeus, “aquilo que
para Portugal é mais relevante é a questão do orçamento comunitário” e a
ameaça de cortes nos fundos estruturais em função da saída do Reino
Unido.Apontando
que, à luz do ‘Brexit’, “o orçamento comunitário tem uma quebra à volta
dos 12 mil milhões de euros, e pode haver a tendência de esses 12 mil
milhões de euros, ou grande parte deles, serem retirados à política de
coesão”, o presidente do PSD sublinhou que tal seria extremamente
prejudicial para os países da coesão, como Portugal, e garantiu que o
seu partido está ao lado do Governo de António Costa para defender os
interesses do país.Rio
disse concordar com as ideias que o primeiro-ministro tem defendido em
Bruxelas no sentido de aumentar as receitas do orçamento comunitário
“para cobrir as que saem por força da saída do Reino Unido”, e, se
necessário for, através de uma combinação de aumento das contribuições e
de taxas europeias, desde que não incidam sobre os cidadãos
portugueses, até porque essa é uma matéria de soberania nacional.
“Não é a linha do Governo, é a linha da política portuguesa e que tem
um consenso transversal a todas as forças políticas” de defender os
fundos de coesão e a PAC como “marcas identitárias”, disse Costa, em
declarações aos jornalistas à entrada da reunião do Conselho Europeu, em
Bruxelas.“É
uma posição tradicional de Portugal e vejo com agrado que não seja um
fator de divisão, mas que saibamos, como é timbre de Portugal,
unirmo-nos quando estão em causa os interesses nacionais”.Hoje,
em entrevista à agência Lusa antes de participar pela primeira vez numa
reunião do Partido Popular Europeu (PPE) desde a sua eleição para a
liderança do PSD, Rui Rio apontou que, em dossiês europeus, “aquilo que
para Portugal é mais relevante é a questão do orçamento comunitário” e a
ameaça de cortes nos fundos estruturais em função da saída do Reino
Unido.Apontando
que, à luz do ‘Brexit’, “o orçamento comunitário tem uma quebra à volta
dos 12 mil milhões de euros, e pode haver a tendência de esses 12 mil
milhões de euros, ou grande parte deles, serem retirados à política de
coesão”, o presidente do PSD sublinhou que tal seria extremamente
prejudicial para os países da coesão, como Portugal, e garantiu que o
seu partido está ao lado do Governo de António Costa para defender os
interesses do país.Rio
disse concordar com as ideias que o primeiro-ministro tem defendido em
Bruxelas no sentido de aumentar as receitas do orçamento comunitário
“para cobrir as que saem por força da saída do Reino Unido”, e, se
necessário for, através de uma combinação de aumento das contribuições e
de taxas europeias, desde que não incidam sobre os cidadãos
portugueses, até porque essa é uma matéria de soberania nacional.