Conselho Nacional do PSD reúne-se em 13 de março para aprovar lista de candidatos
Europeias
28 de fev. de 2019, 12:33
— Lusa/AO Online
De
acordo com a convocatória que está ser enviada, esta quinta-feira, aos conselheiros, e
a que a Lusa teve acesso, da agenda da reunião, marcada para as 20 horas (hora dos Açores),
num hotel em Coimbra, fazem parte ainda a “análise da situação política”
e o “processo de revisão estatutária”.Os
estatutos do PSD determinam que compete ao Conselho Nacional “aprovar
as propostas referentes ao apoio a uma candidatura a Presidente da
República, à designação do candidato a Primeiro-Ministro e às listas de
candidatura à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu,
apresentadas pela Comissão Política Nacional, nos termos do
regulamento”.Até
agora, apenas foi apresentado publicamente o cabeça de lista do PSD às
europeias, que será o eurodeputado Paulo Rangel – tal como em 2009 e
2014.Na
terça-feira, questionado pelos jornalistas à margem de uma visita a uma
feira alimentar, o presidente do PSD, Rui Rio, afirmou que não irá falar
“em público” sobre a lista do partido às europeias, depois de uma
notícia da Lusa segundo a qual o antigo presidente da Assembleia da
República Mota Amaral recusou ocupar o oitavo lugar, que lhe teria sido
sugerido pela direção nacional.Sobre
o ‘timing’ de apresentação da lista completa, Rui Rio remeteu para o
final do mês a definição dos primeiros lugares, mas sem esclarecer
quando fará a sua divulgação.“Relativamente
aos nove ou dez primeiros, irei ver o momento, não em que fecho, já
tenho na cabeça, mas o momento em que anuncio”, afirmou, rejeitando que
esse anúncio possa ser feito nas jornadas parlamentares do PSD, que
decorrem hoje e sexta-feira no Porto.Quanto
à restante lista, o líder do PSD salientou que foi pedido às distritais
que indicassem nomes, a partir do décimo lugar, até 28 de fevereiro.“Depois teremos uns dias para a construção da lista total”, afirmou.O
PSD venceu as europeias em 2009 com 31,7% (correspondentes a 8
eurodeputados) e, em 2014, a coligação PSD/CDS-PP ficou em segundo lugar
com 26,7% (7 eurodeputados, seis dos quais do PSD), atrás do Partido
Socialista.