Compras ‘online’ sobem 46% no segundo confinamento geral
Covid-19
5 de mar. de 2021, 12:10
— Lusa/AO Online
Segundo o
SIBS Analytics, que agrega indicadores de consumo, o e-commerce
representa atualmente 18% do total de compras electrónicas, valor que
praticamente duplicou em relação ao período pré-pandemia.O
MB Way, segundo os dados, tem sido um dos métodos de pagamento mais
utilizados, tendo a sua utilização quase quadruplicado (3,8 vezes) face
ao mesmo período de 2020. “De notar que
este crescimento tem sido contínuo, comprovando que o MB WAY é o serviço
de pagamentos móveis preferido de cada vez mais portugueses,
consumidores e empresas”, refere.Já no que
se refere ao consumo em loja, acrescenta, “registou-se uma queda de 31%
nas compras na rede multibanco neste segundo confinamento face ao mesmo
período de 2020, valores ainda assim longe dos verificados de março a
maio do ano passado, em que as compras físicas chegaram a cair 47%”.Em
linha com o primeiro confinamento está o consumo nos setores de super e
hipermercados, pequena distribuição alimentar, farmácias e
parafarmácias, que voltam a ganhar um peso assinalável no total das
compras realizadas pelos portugueses em loja, ao representarem neste
momento 61% das transações, um registo muito próximo dos 67% do ano
passado e um crescimento de 14 pontos percentuais face aos meses de
novembro, dezembro de 2020 e primeira quinzena de janeiro de 2021. O
mesmo se verifica nas compras ‘online’, com os setores do
entretenimento, cultura e subscrições, comércio alimentar e retalho,
restauração, ‘food delivery’ e ‘take away’ a representarem uma grande
fatia das transações neste canal, correspondendo neste momento a 46% do
total de compras, perto dos 52% do primeiro confinamento.Também
nas compras em loja, o incremento da utilização do MB WAY tem sido
muito significativo, com as transações através deste serviço a crescerem
2,9 vezes no último mês e meio, face ao mesmo período de 2020.O
valor médio das compras registado desde meados de janeiro é de 37,2
euros em loja e de 37,6 euros no ‘online’, com uma variação de -4% e
-3%, respetivamente, face ao período anterior ao segundo confinamento,
sinaliza.