Cineteatro Lagoense acolhe evento de prevenção de bullying
21 de out. de 2024, 08:52
— Carolina Moreira
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica
Integrada (EBI) de Lagoa organiza na próxima quinta-feira, dia 24 de
outubro, pelas 20h00, no Cineteatro Lagoense, um evento para alertar e
sensibilizar a comunidade educativa para a problemática do bullying e
cyberbullying.Em entrevista ao Açoriano Oriental, o presidente da
associação Pedro Tavares esclarece que o evento é dirigido aos pais e
encarregados de educação que terão a oportunidade de conhecer melhor o
plano de ação e prevenção de bullying e cyberbullying já implementado na
EBI de Lagoa, e que também se encontra disponível na página de internet
da associação.“Até julho foi aprovado, em assembleia de escola, o
plano escolar de prevenção de bullying e cyberbullying que contempla um
conjunto de princípios e procedimentos de forma a diagnosticar,
esclarecer e identificar casos. E agora importa dar a conhecer o
documento aos pais”, esclarece Pedro Tavares.Nesse sentido, a
associação decidiu “aliar-se” à escola básica e integrada da Lagoa e aos
parceiros locais (Município de Lagoa, Juntas de Freguesia do Rosário e
de Santa Cruz e Federação das Associações de Pais dos Açores) para
realizar uma “uma ação de sensibilização dos pais para esta temática”.“Para
todos nós pais, esta é uma problemática muito presente. Todos os dias
deparamo-nos com situações em que, enquanto comunidade, poderíamos ter
uma melhor resposta e mais rápida”, salienta.Em comunicado, a
associação adianta que a abertura do evento estará a cargo do grupo de
teatro Faísca, que irá apresentar a peça “Uma Casa de Problemas”,
seguindo-se a apresentação do Plano Escolar de Prevenção do Bullying e
Cyberbullying e ainda das respostas da CPCJ da Lagoa. O evento conta
ainda com a partilha de Adelino Calado, cuja “experiência inovadora a
nível nacional inspira escolas, professores e educadores”, destaca. “Mais
do que um evento em que os pais estão sentados a ouvir, pretende ser um
evento onde os pais possam falar abertamente sobre o que acham que se
passa e que possa ser melhorado”, conclui Pedro Tavares.