Cidades inteligentes têm de contribuir para qualidade de vida
15 de nov. de 2019, 20:10
— Lusa/AO online
"As
'smart communities' e as 'smart cities' devem e têm de contribuir para
um aumento da qualidade de vida dos cidadãos. Os cidadãos,
independentemente do sítio que escolherem para viver, têm de ter a mesma
qualidade de vida de outras localidades comparativas", declarou à
agência Lusa Bruno Pacheco, à margem do evento, que reflete sobre as
cidades inteligentes e teve início na quinta-feira, terminando hoje na
cidade açoriana de Lagoa. O diretor
regional assinalou a "digitalização do território" e a valorização da
"democracia participativa" como duas das vantagens provenientes das
cidades inteligentes. A presidente da
Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto, frisou que o concelho a que
preside deu "os primeiros passos" em 2014 para se tornar numa cidade
inteligente: “Temos ao longo desse tempo capacitado o nosso concelho com
tecnologia posta à disposição do cidadão nos vários domínios, seja a
cultura, a educação, o ambiente, enfim, um conjunto de áreas, é
transversal".