Chega admite adiar convenção e vai pedir parecer à DGS
Covid-19
12 de mai. de 2020, 12:14
— Lusa/AO Online
Questionado pela
Lusa sobre a retoma da agenda normal do partido, alterada devido à
pandemia de covid-19, o Chega considerou que “é cedo para garantir a
100%” a realização da convenção nacional, “até porque ainda faltam
quatro meses”.De acordo com o partido, a
reunião magna “agendada para meados de setembro” marcará a rentrée
política, mas o Chega prefere “aguardar a evolução da situação pandémica
em Portugal e, claro, as disposições determinadas pelo Governo que, ate
ao momento, não se referem diretamente aos eventos de natureza
politica”.“Vamos aguardar para tomar a
decisão mais acertada sempre em consonância com as autoridades. Aliás, o
Chega vai pedir um parecer à DGS para a realização, ou não, destes
eventos”, adianta.No início de abril o
presidente do Chega, André Ventura, decidiu deixar a liderança do
partido e marcou "para setembro" uma convenção nacional eletiva.Quanto
ao conselho nacional e aos comícios “adiados devido à pandemia”, o
Chega refere que “tudo aponta para que possam ser realizados em meados
de junho, cumprindo, naturalmente, todas as normas da DGS de forma a que
não se coloque a saúde pública em risco”.Porém, “ainda é cedo para garantir com toda a certeza que junho será o mês do regresso”, aponta.“É uma questão que discutimos e avaliamos todas as semanas para chegarmos à melhor solução”, indica o Chega.