Chega/Açores agenda debate sobre "excesso de burocracia" na Administração Pública
Hoje 15:31
— Lusa/AO Online
Segundo o partido, a atual
estrutura administrativa tem-se revelado "excessivamente burocrática,
lenta e incapaz de responder, muitas vezes, em tempo útil, às
necessidades dos cidadãos, empresas e instituições"."É
por isso que o Chega agendou para a próxima semana, na sessão plenária
de julho na Assembleia Legislativa Regional, um debate de urgência sobre
o excesso de burocracia na Administração Pública Regional, como forma
de denunciar uma administração excessivamente burocrática, lenta e
incapaz de responder, muitas vezes, em tempo útil, às necessidades dos
cidadãos, empresas e instituições", justifica hoje o partido, numa nota
de imprensa.O deputado Francisco Lima
considera, citado no comunicado, que "os atrasos na análise de
processos, a duplicação de procedimentos, a excessiva carga de
documentos e a falta de simplificação administrativa" deixam os
açorianos "à beira de um ataque de nervos, com a vida em suspenso”, sem
que alguém pareça importar-se com esta forma de trabalhar.“O
Estado deve estar ao serviço dos açorianos e não obrigar os cidadãos a
estarem ao serviço da burocracia. Precisamos com urgência de uma
Administração Pública mais ágil, mais transparente, mais digital e
orientada para a resolução de problemas. O desenvolvimento dos Açores
depende disso”, defende o parlamentar.O
partido alerta que o "excesso de burocracia" nos serviços públicos deixa
"as empresas amarradas e os atrasos são mais do que evidentes",
criando-se "uma crescente dificuldade para quem quer gerar riqueza, ou
simplesmente resolver um problema que precisa de papéis e mais papéis". O
Chega/Açores refere que "tem vindo a defender uma simplificação e
modernização administrativa", através de propostas com "medidas
concretas para que se simplifiquem procedimentos, licenciamentos, ou que
se eliminem documentos redundantes".“Esse
é um compromisso do Chega. Os Açores não podem ficar reféns de papéis e
de burocratas, a que se junta a inércia administrativa. Precisamos de
uma Administração Pública eficiente, ágil e centrada nos cidadãos”,
sublinha Francisco Lima.